• Mesmo com ajuda dos brasileiros, Dayane Mello não vence o “Big Brother Itália”

    Mesmo com ajuda dos brasileiros, Dayane Mello não vence o "Big Brother Itália"
    Mesmo com ajuda dos brasileiros, Dayane Mello não vence o “Big Brother Itália” (Foto: Reprodução/Instagram)

    Mesmo com ajuda dos brasileiros, a modelo Dayane Mello, de 32 anos, não conseguiu vencer o “Grande Fratello Vip”, versão italiana do Big Brother.

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    A final, realizada na noite da última segunda-feira (1) consagrou Tommaso Zorzi como o grande vencedor e deixou Dayane em 4º lugar.

    Dayane foi alvo de diversos preconceitos e ataques misóginos e xenofóbicos, além de ter sofrido bifobia depois de ter se assumido bissexual na reta final do programa e revelar que estava apaixonada por Rosalinda, sua colega de confinamento.

    Ela sobreviveu a onze paredões durante os seis meses de reality show, que começou no dia 14 de setembro do ano passado, e mobilizou uma torcida que incluiu até celebridades brasileiras.

    “Hoje temos uma brasileira na final do ‘BBB Itália’. Foi mega discriminada. Pra quem quiser, tô twitando como votar”, escreveu Tatá Werneck no Twitter.

    “Vamos lá votar na nossa conterrânea, que tá sofrendo tanto preconceito de tantas formas, pra ser campeã do ‘BBB’ da Itália e deixá-los com a cara no chão?”, pediu a ex-BBB Flayslane.

    No entanto, os internautas apontaram que não conseguiram votar no paredão entre Dayane e Pier e que a plataforma do Big Brother Itália estava computando apenas votos locais.

    Na final, Dayane comentou o que levaria de lição do programa. “Eu vou aceitar aquilo que eu sou. Muitas pessoas já sabiam, mas eu mesma não aceitava. E eu aprendi a me aceitar”, declarou Dayane.

    Durante o programa, a modelo chegou a assistir por vídeochamada o enterro do irmão de 26 anos, morto no dia 2 de fevereiro.

    “Ainda estamos arrasados. Meu pai e eu choramos todos os dias. Era o nosso caçula. Eu que passei a notícia para Dayane, quando ela foi ao confessionário. Se para mim está sendo difícil, imagine para ela, que estava há três anos sem vê-lo? Minha irmã quis desistir do programa, mas a convencemos a ficar e ganhar pelo Lucas. Afinal, faltava tão pouco. E se saísse, pela pandemia, não poderia vir ao Brasil”, disse Juliano Mello, irmão de Dayane, ao EXTRA.

    Além disso, ele comentou sobre os ataques sofridos pela modelo depois que ela se assumiu bissexual. “É lamentável ver todos esses ataques. Ainda mais por um preconceito que nem deveria existir mais. Minha irmã foi muito corajosa por se assumir bissexual. Ela sabe que boa parte dos fãs dela também são LGBTs e foi importante por eles também que ela levantasse a bandeira. Eu sempre soube, embora Dayane nunca tenha dito abertamente sobre sua orientação sexual. No último programa que pude falar com ela ao vivo, a incentivei a botar para fora o que ela estava sentindo dentro do coração. Talvez ela já quisesse ter feito isso muito antes. Mas como nunca tinha falado para a família, somos de cidade pequena… Que bom que ela conseguiu”, concluiu ele.

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