Fã de Carlinhos Maia, influenciadora Rosy Pasti segue os passos do ídolo e transforma vidas no interior do Maranhão. Foto: Divulgação

Que a vida no Nordeste brasileiro é recheada de desafios, isso não é segredo para ninguém. No entanto, boas ações que ajudam aquele povo sofrido valem a pena serem contadas, como as que são feitas pela empresária Rosy Pasti. No interior do Maranhão, ela mostra, assim como diz o ditado, que realmente a união faz a força.

A vida no Nordeste brasileiro é sempre tema das páginas dos jornais. Afinal, seja pela seca, ou pela pobreza, o fato é que as notícias normalmente são desanimadoras quando retratam as dificuldades que milhões de famílias vivem ali. Por outro lado, quando boas iniciativas existem, as páginas dos jornais ainda precisam abrir espaço para mostrar quem nem tudo está perdido.

Exemplo disso é o belo trabalho feito em Balsas (MA) pela empresária Rosy Pasti. Proprietária de um pequeno comércio da região, ela se tornou referência como influenciadora digital e como consegue transformar a vida de tanta gente: “Distribuo cestas básicas, reformo e construo casas com ajuda de micro empreendedores ou cidadãos comuns que se propões em ajudar. Corro atrás de remédios, aparelhos e acessórios hospitalares, cursos e afins”.

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No entanto, que vê Rosy sempre com bom humor ao estender a mão ao próximo não imagina a luta para chegar até aqui: “A gestação da minha filha, por exemplo, não foi tranquila e não me permitiu cuidar da minha loja. E empreender era algo que eu amava ao extremo. Comecei a dividir minha rotina com os poucos seguidores e meu jeito irreverente de encarar as situações foi fazendo com que eu alcançasse pessoas que se identificavam com meu jeito de ser e viver. Não foi nada fácil, pois a medida que os seguidores chegavam esperam por novos conteúdos. E conciliar filhos, casa, saúde, casamento e todas os milhões de Universos que nós mulheres detemos, não é tarefa fácil”.

Hoje, com 308 mil seguidores no Instagram e 140 mil curtidas Tiktok, Rosy quer ir além, mesmo que tenha que enfrentar muitas barreiras: “Eu era só a Rosy, praticamente sozinha e era uma vida mais tranquila. Hoje me sinto melhor, mesmo com rotina vida bem agitada com filhos, educação, seguidores, ações beneficentes, mas eu amo essa movimentação. Por várias vezes pensei em desistir, principalmente quando ser hater parece que tornou uma profissão. Foi muito difícil lidar com mentiras e maldades gratuitas”, finaliza.