Alok e Romana contam sobre parto de emergência da filha, Raika (Foto: Reprodução/Instagram)

Em entrevista com a repórter Renata Ceribelli, Alok e Romana Novais contaram sobre a experiência do parto de emergência da filha, Raika, que ainda está em uma UTI neonatal.

+ Com Covid-19 Romana Novais dá à luz a Raika, sua filha com Alok, em parto prematuro
+ Raika, filha de Alok e Romana Novais, testa negativo para o coronavírus
+ Romana Novais mostra hematomas do parto prematuro: “marcas do amor”

Por conta do coronavírus, Romana Novais teve que fazer um parto prematuro da filha. A médica e o marido, o DJ Alok, deram mais detalhes sobre a experiência para Renata Ceribelli no Fantástico.

“As primeiras 48 horas foram extremamente complicadas, eu só consegui ficar rezando, pedindo a Deus pra tudo dar certo”, desabafou Alok.

Ao ser perguntada sobre não ter pego a filha no colo, Romana disse: “Renata, pra mim é o mais difícil de tudo assim, sabe? Porque mãe né? A gente quer estar, amamentar e o sonho de amamentar assim, eu não tive. Foi muito rápido o nosso contato quando ela nasceu. Fiquei tão assustada com tudo que não quis nem tocar muito nela por causa da COVID e logo tiraram ela de mim, levaram ela para a UTI e a gente se separou.”

Relacionados

Segundo Alok, Romana tem sido uma grande guerreira. “Faz nove dias que ela já não consegue ficar com a Raika porque ainda não testou negativo para o Covid. Eu consegui ver ela depois de sete dias, uma semana depois. Primeiro fui abraçar o meu filho, o Ravi. Fiquei grudado com ele, depois fui pra maternidade e eu fico sempre passando as informações pra Romana também”, contou.

“A gente faz vídeo chamada, a única forma que eu tenho de estar mais perto dela agora, é dessa forma, né?”, explicou Romana. “O que mais me assustou foi que o quadro se agravou muito rápido. Na segunda-feira eu comecei com sintomas de dor no corpo, um pouco febril, na terça-feira também.”

“Eu nunca imaginaria que ela estava em trabalho de parto, achava que era uma questão que ela deveria estar sentindo um certo desconforto então vamos levar para doutora Érika”, revelou Alok.

Após fazer um ultrassom, Romana começou a sangrar e entrou em desespero. “Eu sangrava sem parar, tinha sangue pela sala inteira. O Alok ficou muito nervoso”, contou. “Eu só gritava: eu preciso salvar a minha filha, eu estou com muita dor, está doendo demais, e era uma dor que não dá pra descrever e… muito sangue, muito sangue. A gente seguiu direto pro hospital no carro, já estava imaginando que ela estava prestes a vir ou pior, né? Eu achei que ela pudesse não ficar viva.”