Dr. Hamilton Couto explica como a bioplastia corporal tem aumentado a autoestima de milhares de pessoas. foto: Divulgação

Criada no Brasil, a biomodulação corporal é uma forma de tratamento que visa realçar partes do corpo, rejuvenescer e corrigir imperfeições. Essa técnica consiste na realização de bioplastia combinada com outras técnicas para modelar áreas do corpo. O procedimento é realizado sob anestesia local, também denominado “plástica sem cortes”. Consiste no implante de Polimetilmetacrilato (PMMA) abaixo da pele, através de uma microcânula especial (preservando vasos e nervos).

Embora o PMMA (polimetilmetacrilato) seja uma substância geralmente associada à procedimentos polêmicos, o médico Hamilton Couto fala que trata-se de uma percepção equivocada. “Casos de rejeição ou deslocamento do produto são causados por substâncias clandestinas no mercado. Silicone líquido industrial é a principal causa de complicações, sendo responsável por migração, linfedema (bloqueio dos vasos linfáticos) e silicose (alojamento do produto no pulmão)”, explica Hamilton, especialista em bioplastia. O silicone líquido, assim como o hidrogel, são substâncias proibidas pela Anvisa, ao contrário do PMMA, utilizado na medicina há mais de 70 anos.

O paciente opta com o objetivo de modelar os contornos facial (BIOPLASTIA) e corporal (BIOMODULAÇÃO), dando-lhes movimento e harmonia. O procedimento é acompanhado pelo paciente, o qual dá sua opinião sobre o resultado obtido e a necessidade de um maior volume de PMMA a ser injetado.

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Com essa técnica pode-se repor, aumentar ou reduzir volumes; restaurar silhuetas e harmonizar contornos corporais; corrigir defeitos congênitos ou adquiridos; sustentar e modelar o corpo.

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